Quem somos

Conheça o GBTR

Nos últimos anos, o prognóstico das crianças portadores de câncer melhorou significativamente. Um exemplo desse sucesso é o tratamento do tumor de Wilms que, com atuação de uma equipe multidisciplinar, envolvendo vários especialistas, promoveu um tratamento adequado e personalizado de acordo com as características da doença e da criança.
Nos Estados Unidos, mais de 80% das crianças portadoras de câncer são tratadas de acordo com um protocolo coordenado por um grupo cooperativo. O NWTSG (National Wilms Tumor Study Group) teve início em 1969, com o registro de 19% dos casos estimados de tumor de Wilms, passando, em 1980, ao registro de 89% dos casos estimados.

Os estudos da SIOP (Société Internationale d´Oncologie Pédiatrique) tiveram início em 1971 e já registraram 10.710 pacientes até o ano de 2015, com a colaboração de 28 países e 261 centros de tratamento.

Surgimento do grupo

Em 1978, surgiu o Grupo Cooperativo Brasileiro para o Tratamento do Tumor de Wilms (GCBTTW). O GCBTTW mostrou que é possível organizar um grupo cooperativo em nosso País, seguindo os modelos internacionais Norte Americano e Europeu, com a colaboração de diversos profissionais da área, interessados no progresso da oncologia pediátrica.

No final de 2001, O GCBTTW se uniu ao estudo internacional SIOP-2001 e participou com a inclusão de 505 pacientes provenientes de 15 estados brasileiros e de 41 instituições.

Em consonância com o grupo internacional, desde 2016, o GCBTTW passou a se chamar Grupo Brasileiro de Tumores Renais (GBTR).

Baseado nos resultados dos sete estudos prospectivos anteriores (SIOP 1, SIOP 2, SIOP 5, SIOP 6, SIOP 9, SIOP 93-01 e SIOP 2001), o 8a estudo UMBRELLA SIOP RTSG GBTR 2016 já está em andamento no nosso País. Clique aqui para ver nossos parceiros.

O GCBTTW mostrou que é possível organizar um grupo cooperativo em nosso País, com a colaboração de diversos profissionais da área, interessados no progresso da oncologia pediátrica.

Novo modelo

Em consonância com o grupo internacional, desde 2016, o GCBTTW passou a se chamar Grupo Brasileiro de Tumores Renais (GBTR).
Desde dezembro de 2007, um novo modelo de colaboração foi elaborado pela SIOP em virtude do crescente número de países e de instituições participantes. A nova estrutura chamada SIOP-RTSG (Renal Tumor Study Group – Grupo de Estudos de Tumores Renais) foi criada com o objetivo de padronizar e harmonizar a assistência (diagnóstico, tratamento, pesquisa e coleta de dados) não apenas dos tumores de Wilms, mas também dos outros tumores renais que acometem as crianças e adolescentes (sarcoma de células claras renais, tumor rabdóide renal, carcinoma de células renais e nefroma mesoblástico congênito).

Equipe

Diretoria

Dr. Joaquim Caetano de Aguirre Neto

Presidente do GBTR

Monica dos Santos Cypriano

Vice-presidente do GBTR

Maristella Bergamo Francisco dos Reis

Diretora Administrativo

Vanessa Carvalho Soares de Brito

Diretora Administrativo

Patricia Semino Tavares

Tesoureira

Conselho

Beatriz de Camargo

Conselho Fiscal

Henrique Manoel Lederman

Conselho Fiscal

Roberto Augusto Plaza Teixeira

Conselho Fiscal

Helen Tortoretto Ribeiro de Oliveira

Conselho Fiscal

Membros

Comitê científico

Instituições participantes do protocolo Umbrella 2016

Conheça nossa rede de suporte

Os participantes do GBTR se reúnem duas vezes por semana, de forma online, para discutirem os casos de tumores renais, garantindo o melhor tratamento para os pacientes.

No final do ano, se reúnem de forma presencial. Em 2024, o encontro aconteceu em Belém, no Pará, com o objetivo de atualização científica dos membros participantes.

O Grupo Brasileiro de Tumores Renais tem como missão melhorar a qualidade do atendimento a todas as crianças com tumores renais no Brasil, independentemente de sua origem ou condição socioeconômica.


Para cumprir essa missão, o GBTR contribui para uma maior precisão diagnóstica, fornecendo revisões de diagnósticos, e para a melhoria do tratamento, aconselhando sobre todos os casos consultados e estimulando a participação em protocolos de tratamento atualizados.

Nossa visão é curar o maior número possível de crianças, minimizando os efeitos colaterais e garantindo uma melhor qualidade de vida.

Documentos

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